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Boas perspectivas para o varejo no segundo semestre de 2021

O ano de 2021 começou com expectativa de recuperação. No entanto, a piora da pandemia no mês de março resultou novamente no fechamento do comércio, o que prejudicou o primeiro semestre do ano.

Boas perspectivas para o varejo no segundo semestre de 2021

Felizmente o avanço da vacinação implica em perspectivas positivas para o segundo semestre, principalmente no setor de tecido, vestuário e calçados. Mas existem ressalvas importantes. Veja alguns dados.

Sebrae + Fiocruz
Uma pesquisa realizada pelo Sebrae, com dados da Fiocruz, ainda no início do ano, apontou que a retomada total do varejo aconteceria no segundo semestre desse 2021. Levando em consideração a vacinação e a consequente baixa nos níveis de contagio, o que permitiria mais atividades fora de casa.

Ibevar - Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo
No entanto, o Ibevar projetou, no final do primeiro semestre, que o varejo iniciaria uma curva de crescimento ainda no mês de maio com 0,93%, em comparação com abril, e de maio a julho o crescimento seria de 2%. A projeção do Instituto deu destaque ao crescimento do varejo de tecido, vestuário e calçados, apontando que a alta seria de 1,61% em maio, 1,15% em junho e 0,82% em julho.

IBGE + Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
Eis, então, que surge uma surpresa ainda mais positiva. No mês de junho, o IBGE divulgou os dados da PMC referentes ao mês de abril, e o resultado foi bem acima do esperado. Em geral, o volume de vendas do varejo aumentou em 1,8%, frente a março. E, como projetado, mas melhor que o esperado, o setor de vestuários e calçados teve crescimento de 14%, em relação a março, e de 301%, em comparação com abril de 2020.

Fundação Getúlio Vargas
Embora as expectativas para o segundo semestre sejam animadoras, projetando a recuperação plena dos volumes atingidos antes da pandemia, é preciso ter cautela. Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas divulgou um estudo apontando que a renda do brasileiro diminuiu, em média, 20%. Uma porcentagem considerável e de grande impacto no orçamento das famílias brasileiras. Esse impacto também será sentido pelo varejo, já que resulta na perda de poder aquisitivo.
Desejemos um segundo semestre de plena recuperação e muito sucesso para todos!

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05 de Julho de 2021

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